A resolução deve proporcionar uma sensação de conclusão e permitir que o público tenha uma visão clara do que acontece com os personagens após o grande conflito. Embora o desfecho deva ser satisfatório, ele também pode deixar um resquício de reflexão, fazendo com que os espectadores ou leitores continuem pensando sobre a história mesmo depois de ela ter terminado. À medida que a trama principal avança, personagens secundários ganham mais espaço e camadas, trazendo consigo histórias paralelas que enriquecem a narrativa. Relações são construídas e testadas, revelações são feitas, e conflitos internos emergem. Essa expansão do universo narrativo mantém o público envolvido e adiciona profundidade à jornada do protagonista.
Para começar, entre o início e o meio deve haver algo – bem como entre o meio e o fim. Ato 1, Ato 2 e Ato 3 são apenas nomes para três etapas diferentes da relação do protagonista com o problema central da história. Hoje a gente vai descomplicar esse assunto, te mostrar por que essa estrutura é tão falada, como ela funciona na prática e como aplicar isso na sua própria escrita. E no final, ainda tem um presente pra você destravar de vez sua próxima história. Em um mundo onde temos acesso a milhares de informações a qualquer momento, despertar a atenção da sua audiência é um desafio. Muitas empresas pecam em desconsiderar o fator emocional na hora de construir sua comunicação, mas na verdade esse é um aspecto que influencia muito os seres humanos em geral.
Esses exemplos deixam claro que os atos não são sobre onde o personagem está, mas quem ele está se tornando a cada novo passo. No filme Erin Brockovich (2000), por exemplo, Erin começa como uma mulher desesperada por um emprego e termina como alguém que enfrentou uma gigante corporativa e fez justiça. O Ato 3 é quando ela decide que não vai recuar, mesmo quando tudo parece impossível — e sua perseverança muda a vida de centenas de pessoas. Seja na escrita de um romance, roteiro ou até mesmo em discursos persuasivos, aplicar a Estrutura de Três Atos pode ajudar a tornar sua mensagem mais clara, impactante e memorável. Com ela, você evita histórias arrastadas ou desorganizadas, garantindo um arco narrativo envolvente do começo ao fim.
Ato 1: O mundo muda
O ponto de virada é quando o personagem age diferente diante do conflito. Atos de documentação são, por exemplo, a lavratura dos termos referentes à movimentação (conclusão, vista, etc.), a feitura do termo de audiência, o lançamento de certidões, etc (CINTRA et al, 2009). O primeiro ato não deve ser utilizado para falar sobre você ou sua empresa. Pelo contrário, essa é a primeira chance de despertar a atenção e criar conexão com a sua audiência.
Um roteiro de filme é um documento que contém a história, diálogos e instruções de como o filme deve ser filmado. É importante que o conflito seja relevante e impacte diretamente o desenvolvimento do enredo. O destino e a ordem das coisas serão ameaçados, deixando todos os personagens cientes do verdadeiro perigo em jogo. Em resumo, explore as emoções e os efeitos que possam abalar cada personagem e o mundo do enredo todo.
Acredito firmemente no uso de estruturas desses tipos como um guia, e não como uma religião. Passou no teste do tempo, é a forma estrutural mais reconhecível e é uma estrutura fácil de trabalhar. Um musical, normalmente, é dividido em dois atos com intervalo. No cargo de Roteirista se inicia ganhando R$ 2.119,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 5.463,00. A média salarial para Roteirista no Brasil é de R$ 3.184,00.
O que são atos no roteiro?
O segundo ato (confronto/meio) está relacionado à aventura, aos conflitos que o personagem principal deve superar. Por fim, o terceiro ato (resolução/fim) é o clímax, o desfecho da história. Os filmes têm formas diversas de contar suas histórias, desde narrativas lineares até estruturas mais complexas e não tão convencionais.
Por que essa estrutura é tão eficaz?
Aqui, é crucial que o evento central da história aconteça de forma impactante, para que o público sinta a intensidade e a importância desse instante. Seja uma batalha, uma revelação ou uma escolha difícil, o clímax deve capturar a atenção do espectador e envolver suas emoções de forma irreversível. O primeiro ato de uma história é a base sobre a qual toda a narrativa será construída.
Após o incidente incitante, o protagonista ainda pode hesitar, resistindo à mudança. No entanto, algo acontece que o força a tomar uma decisão e embarcar definitivamente na jornada. Esse é o primeiro ponto de virada, a passagem para o Ato 2. Por isso, vale criar uma ambientação, trazendo para o foco problemas e desafios vividos pelo seu público e que se relacionam de alguma maneira com o tema que pretende explorar. A ideia é que esse seja o ponto de partida para que você possa, ao longo da apresentação, apresentar as soluções que seu produto ou serviço pode oferecer. As técnicas de storytelling são muito bem-vindas nas apresentações corporativas.
No meio do crescimento da jornada, o protagonista enfrentará um evento sem precedentes, frequentemente uma perda ou sofrimento inesperado. É chegado o momento do nosso protagonista deixar suas hesitações e medos de lado e tomar decisões. Em suma, neste ponto da trama, poderá ser inquestionável ou impossível que o protagonista crie uma nova hesitação, seja por aceitar a missão ou por não ter mais tempo a perder. Este catalisador de enredo é conhecido como um chamado para a aventura, exigindo do seu personagens diversas reflexões que o levarão a questionar sobre sua jornada. Neste artigo, exploraremos em detalhes cada um dos três atos, seus pontos de virada e sua importância na estrutura narrativa. Mesmo que Aristóteles tivesse declarado que o esquema básico envolvia ao menos “início (prótase), meio (epítase) e fim (catástrofe)”, alguns autores devem ter notado que muito mais ocorria entre esses três atos.
O final do primeiro ato precisa marcar a virada para o ato 2. O protagonista deixa de lado suas incertezas e inseguranças e toma decisões importantes que o farão evoluir na história. Apesar disso, a Teoria dos 3 atos não é uma metodologia engessada. Ao contrário, ela pode ser facilmente adaptada às necessidades de cada enredo. Mas, ao mesmo tempo, contribui para dar forma a uma história de maneira coesa.
O desfecho se faz presente em todas as obras literárias e histórias, pois ele é o final da história, ou seja, sua conclusão, o resultado final de uma história que se conta. O desfecho também tem como finalidade alocar a ideia de toda a história trazendo um direcionamento para seu final. Um roteiro nada mais é do que um documento, um guia contendo (basicamente) as cenas e diálogos de um filme ou qualquer outro produto audiovisual. Trata-se do momento de tornar concreta aquela faísca de inspiração para transformá-la num filme. Baixe agora o my family cinema nosso eBook gratuito abaixo com o passo a passo pra destravar seu roteiro e escrever com mais clareza, confiança e criatividade. Porque quando você já sabe o que precisa acontecer em cada ato, sua mente fica livre pra criar como isso vai acontecer.